sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Madeira encontrada em Marte!


Alguém da Nasa liberou uma foto que não deveria, uma imagem de um pedaço de madeira do tamanho das travessas que ficam embaixo dos trilhos de ferrovia, uma foto que pode colocar a vida de alguém em sério risco. Não há dúvida que o objeto na imagem abaixo é uma madeira. A Nasa afirma que Marte é um planeta deserto, desprovido de vida. A agência espacial mente repetidamente.De onde veio um tronco de madeira deste tamanho? Existem vastas florestas em Marte que são escondidas do público. Este pedaço de madeira parece ter flutuado até sua atual localidade, sendo parcialmente afundado no solo. O terreno ao redor é bastante interessante. Observe a formação rochosa plana do terreno e as fissuras entre elas. Parece familiar? parece ser o leito seco de uma piscina natural. Devia existir uma quantidade considerável de água nessa região, o bastante para fazer flutuar aquele tronco de madeira talvez por várias milhas. A sonda Mars Reconnaissance Orbiter mostrou que imensas regiões do Planeta Vermelho foram alteradas por inundações. O significado desta piscina natural seca não devia causar surpresa.

Esta inundação deve ter acontecido há trinta ou quarenta anos atrás pois a madeira continua intacta, embora essa seja uma especulação baseada nos graus de decomposição dos padrões daTerra. Alguns podem dizer que Marte possuiu água ha muito tempo e que tinha até mesmo uma atmosfera, o que é verdade, mas um pedaço de tronco não consegue durar por milhares de anos.

As duas sondas Viking filmaram vastas florestas em Marte, embora nenhuma sonda subsequente enviada ao Planeta Vermelho tenha registrado um único quadro de filme mostrando uma árvore. Isto foi proposital. As fotografias da Viking mostram mais do que apenas algumas árvores, ao invés disso mostram milhares e milhares de árvores umas sobre as outras. Estas árvores aparentam ser maiores que as da Terra, possuindo um sistema de folhas e galhos próprios de Marte. A folhagem extende-se mais amplamente do que as plantas na Terra, crescendo até sabe-se lá que altura. O espaço entre elas poderia ser o resultado da atmosfera agonizante de Marte. Densas florestas mais do que provavelmente preencheram imensas áreas do planeta no passado quando existia um meio ambiente respirável. Sem dúvida haviam diversas espécies de árvores, e diferentes variedades de vegetação rasteira, as quais estão agora extintas.O Dilúvio destruiu o Jardim do Éden e outros reinos que Deus quis destruir tal como Atlântida. Os antigos egipcios falavam de uma época anterior ao Egito. A grande Esfínge mostra claramente sinais de erosão aquática, o que mostra que ela existiu antes do Dilúvio e muito antes da época atribuída pelos modernos arqueólogos.Muitos dizem que a lua não é bem uma lua, mas um objeto estranho que foi colocado na órbita da Terra. Alguns a têm chamado de Luna. Eles afirmam que a lua não foi mencionada na história bíblica da criação, mas a verdade é que foi. a lua foi citada como "O Luminar menor que governa a noite" em Gênesis 1:16. A lua parou no céu em Josué 10:30 mas isto não teve nada a ver com uma presença alienígena lá.Os Alienígenas vivem na superfície da lua, mas não estamos de forma alguma dizendo que não existem alienígenas dentro do nosso satélite também. Se você tirar um tempo para trabalhar com fotos de alta resolução da lua usando seu editor de imagens, não levará muito tempo até descobrir essas estruturas. A Nasa irá sugerir que você as modificou ou que elas fazem parte de uma cratera. Pare e faça a si mesmo uma pergunta, se a lua é realmente o que a Nasa alega ser, então por que algumas fotografias são confidênciais e indisponíveis ao público enquanto outras estão manchadas e embaçadas?Um dos mais famosos exemplos disto é a fotografia do "nascimento da Terra" tirada pela Apollo 16 na qual "a Terra" está se erguendo acima da lua. A Nasa diz que o objeto na foto é o nosso planeta e poucas pessoas questionam isso. Se você pensar por si mesmo, e investigar com uma mente aberta, irá ver claramente que trata-se de um ÓVNI.

O fato de que árvores possam sobreviver em tal atmosfera, e com muito menos água do que as árvores da Terra, revela sua estrutura singular ao passo que oferece esperança para nosso planeta cada vez mais poluído. Uma vez que a atmosfera Marciana é composta de 95% de dióxido de carbono, estas plantas teriam que se desenvolver muito mais excepcionalmente do que as ávores terráqueas. Provavelmente devem liberar oxigênio, embora eu esteja usando vegetação terrestre para efeito de comparação, mas elas poderiam liberar um outro gás, algo até tóxico para seres humanos. Semear ou cultivar estas árvores em grandes quantidades poderia trazer de volta o ar respirável ao Planeta Vermelho. Se Marte foi tão alterada pelas águas, então para onde foi toda essa água? Algumas foram absorvidas pelo solo, muitas foram congeladas nos pólos, e uma boa porcentagem foi parar em lagos. A Nasa não precisava gastar todo esse dinheiro na Missão Phoenix na busca por água em Marte. Tudo que eles tinham que fazer era examinar suas antigas fotografias.O único modo pelo qual um tronco de madeira chegou ao lugar onde estava é através de inundação, e a única forma pelo qual foi separado da árvore à qual um dia pertenceu foi através de uma forte e veloz corrente de água. A partir das descobertas da sonda Mars Reconnaissance, aquele pedaço de madeira poderia ter flutuado por alguma distância antes de chegar ao seu último lugar de descanso.

Calando o Mundo!

Quando as primeiras Bombas Nucleares Explodiram, em Hiroxima e Nagazaque
Não se sabia ao certo os efeitos da Explosão e Radiação

Mas um fenômeno em especial chamou atenção e foi estuda sem muita divulgação

São os efeitos dos Fótons, isso mesmo o clarão que se da quando ocorre a detonação do Artefato Nuclear(Bomba Atômica)

Tal efeito do clarão, causou nos sobreviventes a perda da memória, em alguns completamente com amnésia e outros mais distante parcialmente

Tais efeitos foram estudados e acharam que seria de utilidade Militar

Tal equipamento foi desenvolvido no pós guerra e em 1.975 estava totalmente desenvolvido a máquina de apagar memória

Tal arma correspondia a um equipamento pesado e grande cerca de 2 metros de altura que fazia uso do Césio, para emitir um rápido e clarão cuja sem dúvida RadioAtivo e não menos prejudicial e apagando a memória em uma dose controlada

Assim conseguindo conter pessoas reunidas em eventos cuja tinham interesse que essas pessoas não divulgassem alguma coisa ou mesmo varias testemunhas de algum acontecimento

Na Década de 80, foi desenvolvido um Missel que era lançado sobre um cidade cuja abria um pára-quedas em sua outra extremidade inferior sobre uma cidade ou Bairro era emitida a radiação Luminoso prejudicando todas as pessoas expostas, perde de memória perturbações visuais e o câncer devido a intensidade do Feixe

Na década de 90 é desenvolvida algo que inclusive deu origem a ficção do MIB uma pequena arma com uma pequena cápsula de Césio capaz de dosar a intensidade entre Meses e anos, bem portátil um pouco maior que um isqueiro

É algo fantástico e faz parecer mesmo coisa de ficção, mas essa arma existe e é usado para conter multidões e reuniões, aonde haver pessoas reunidas que presenciaram algo de estranho até mesmo OVNIs e ETs, até sendo usado em festas, Shows, Igrejas em um equipamento parecendo de Iluminação em forma Globular e colorida

Toda esse tecnologia foi e é desenvolvida pelos Estados Unidos, para fins Militares e é comercializado 

Paises Aliados e Organizações Militares como exércitos mas somente para altos cargos ou equipe especializada

Quero alerta ao mundo da verdadeira existência de tal instrumento
E não que eu apóie a revolta muçulmana e de outros Paises do Oriente Médio
Mas sim que eu compreendo a indignação dos mesmo

Mas preciso, contar ao mundo e afirmar a existência da mesma
Para muitos aqui sei que não vai passar de ficção
Mas tal arma existe e empregada no Brazil e muitos outros paises.

Lua de Saturno possui ocean salgado sob superfície



(EFE) - Encélado, uma das luas geladas de Saturno, oculta sob a superfície do polo sul um oceano salgado, de acordo com cientistas alemães e britânicos, que publicam hoje a descoberta na revista “Nature”.

O achado pode ter implicações para a busca de vida extraterrestre e para entender como são formadas as luas planetárias, afirmam.

Jürgen Schmidt, da universidade alemã de Potsdam, e Nikolai Brilliantov, da universidade britânica de Leicester, chegaram a esta conclusão após estudar os gêiseres de vapor e gás e as minúsculas partículas de gelo lançados do polo sul de Encélado a centenas de quilômetros no espaço.

A sonda “Cassini” descobriu os jatos em 2005 durante prospecção de Saturno.

Com a ajuda da Universidade alemã de Heidelberg e do também alemão instituto Max Planck, de física nuclear, os cientistas fizeram experiências em laboratório e analisaram dados procedentes do Analisador de Poeira Cósmica de Cassini.

Eles confirmaram que as partículas geladas expulsas pela Encélado contêm quantidades substanciais de sais de sódio, “o que sugere a presença de um oceano salgado a grande profundidade”.

O estudo indica também que a concentração de cloreto de sódio nesse oceano pode ser tão elevada quanto a dos oceanos na Terra.

Esta é a primeira prova experimental direta da existência deste oceano salgado, ao qual Schmidt e Brilliantov já se referiram em outro artigo na “Nature” em 2008, ao explicar que os jatos de vapor eram expulsos com maior força que as partículas de poeira.

Essa força significa a existência de água líquida sob a superfície, e as teorias sobre a formação de satélites sugerem que quando um oceano líquido está em contato durante milhões de anos com o núcleo rochoso de uma lua se trata de um oceano salgado.

Encélado é um de três únicos corpos extraterrestres no sistema solar no qual ocorrem erupções de pó e vapor, e é um dos poucos lugares, além de Terra, Marte e da lua Europa, de Júpiter, onde os astrônomos têm provas diretas da presença de água.

Achado primeiro planeta habitavel fora do Sistema Solar

Cientistas da Organização Européia para a Pesquisa Astronômica no Hemisfério Austral (ESO) descobriram pela primeira vez um planeta habitável fora do Sistema solar, com temperaturas muito similares às da Terra. O estudo será divulgado nesta quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics.

O planeta tem um raio quase 1,5 vez maior do que o da Terra, uma massa cinco vezes maior que a de nosso planeta e tem capacidade para armazenar água, informou nesta terça-feira a equipe da ESO, com sede na localidade alemã de Garching.

"Achamos que a temperatura dessa 'Super-Terra' oscila entre 0ºC e 40ºC, de modo que a água poderia ser líquida", assinalou Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, por meio de um comunicado. O distante planeta fica na constelação de Libra e gira em torno da estrela Gliese 581.

O exoplaneta, como os astrônomos definem os planetas que não fazem parte de nosso Sistema Solar, é o menor já descoberto e, segundo os cientistas, realiza uma órbita completa em 13 dias. Além disso, sua distância em relação à Gliese 581 é 14 vezes menor do que a que separa a Terra do Sol, explicaram os cientistas da ESO, reforçando, no entanto, que ainda não foram encontrados indícios de água ou vida.

A estrela do planeta descoberto é menor, menos fria e luminosa do que o Sol. Por isso, o planeta se encontra em uma área habitável, ou seja, em uma região na qual a água poderia ser líquida e as temperaturas ambientais, agradáveis. Os prognósticos realizados pelos cientistas mediante o uso de diferentes modelos indicam que o planeta deve ser muito rochoso, como a Terra, ou estar coberto por oceanos, assinalou Udry.

"Tendo em vista sua temperatura e sua proximidade relativa (a Gliese 581 é uma das estrelas "próximas" à Terra), o planeta será, com grande probabilidade, um alvo muito importante das futuras missões espaciais que se dedicarem à busca por vida extraterrestre", disse Xavier Delfosse, da Universidade de Grenoble e membro da equipe de Udry.

A Gliese 581 é uma das 100 estrelas mais próximas à Terra, situada a apenas 20,5 anos-luz da constelação de Libra e com cerca de 30% da massa do Sol, explicaram os astrônomos.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1571809-EI301,00.html

Explicação do porque que não coloquei fotos:Eu não tenho uma maquina digital Super Hiper Estrelar,em uma busca recente no Google (www.google.com) não encontrei NADA.

Telescópio detecta 5 planetas fora de nosso Sistema Solar

O telescópio Kepler, da Nasa, detectou pela primeira vez desde que entrou em operação cinco planetas fora do nosso Sistema Solar. O tamanho dos planetas varia de um raio quatro vezes maior do que o da Terra até planetas muito maiores do que Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.


O telescópio Kepler, da Nasa, detectou pela primeira vez desde que entrou em operação cinco planetas fora do nosso Sistema Solar. O tamanho dos planetas varia de um raio quatro vezes maior do que o da Terra até planetas muito maiores do que Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.

O telescópio, que foi lançado no ano passado para procurar planetas com características semelhantes às da Terra, fez as descobertas poucas semanas depois de entrar em funcionamento.

A agência espacial americana afirma que as descobertas mostram que o telescópio está funcionando bem e tem alta sensibilidade.

Os novos planetas receberam os nomes Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b e foram anunciados em um encontro da Sociedade Astronômica Americana (AAS, na sigla em inglês), em Washington, a capital dos Estados Unidos.

Todos os planetas circulam muito proximamente às suas estrelas principais - seu sol - seguindo órbitas que variam ente 3.2 até 4.9 dias.

Esta proximidade e o fato de suas estrelas principais serem muito mais quentes do que o nosso sol significa que os novos planetas tem temperaturas extremamente elevadas, estimadas entre 1.200ºC e 1.650º C.

Densidade intrigante

"Os planetas encontrados são todos mais quentes do que lava derretida; eles simplesmente brilham de tão quentes", disse Bill Borucki, o cientista da Nasa que lidera a missão do Kepler no centro de pesquisas Ames, em Moffett Field, Califórnia.

"De fato, os dois maiores são mais quentes do que ferro fundido e olhar para eles é como olhar para uma fornalha. Eles são muito brilhantes por si só e, certamente, não são lugares para procurarmos vida."

O Kepler 7b vai intrigar muitos cientistas. Este é um dos planetas de mais baixa densidade já encontrado fora do sistema solar (cerca de 0,17 gramas por centímetro cúbico) já descoberto.

Segundo Borucki, a densidade média deste planeta é equivalente a do isopor, e os cientistas devem se deliciar em estudá-la para tentar entender sua estrutura.

O Kepler foi lançado da estação espacial de Cabo Canaveral em 6 de março do ano passado. Ele está equipado com a maior câmera já lançada ao espaço.

A missão do telescópio é observar mais de 100 mil estrelas de forma contínua e simultânea.

Ele percebe a presença de planetas ao observar variações de sombra quando um desses planetas passa em frente ao seu sol.

'Mundos de água'

Os detectores do Kepler têm sensibilidade extraordinária - segundo a Nasa, se o telescópio fosse voltado para uma pequena cidade na Terra, à noite, seria capaz de detectar a luz automática na entrada de uma casa quando alguém passa por ela.

A Nasa espera que tamanha sensibilidade leve à descoberta de planetas não apenas de tamanho semelhante ao da Terra, mas que orbitem em torno de seus sóis a uma distância mais favorável à existência de vida, onde haja também potencial existência de água em sua superfície.

Os cientistas da missão disseram no encontro da AAS que o Kepler mediu a existência de centenas de possíveis planetas, mas são necessárias mais investigações para estabelecer sua real natureza.

Os cientistas advertiram ainda que podem se passar anos até que seja confirmada a existência de planetas semelhantes à Terra, mas enquanto isso, as descobertas do Kepler vão ajudá-los a melhorar suas estatísticas sobre as distribuições dos tamanhos dos planetas e períodos de órbita.

A existência dos planetas identificados primariamente pelo telescópio Kepler foi confirmada por telescópios baseados na Terra, entre eles o Keck I, no Havaí.

Nasa anuncia descoberta de água em cratera da lua

Impacto de foguete contra cratera no polo sul da Lua produz nuvem de material contendo água
Dados preliminares da sonda Lcross indicam que a missão descobriu água durante os impactos de 9 de outubro com uma região em sombra perpétua no fundo da cratera Cabeus, perto do polo sul lunar.

O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro produziu uma pluma de material dividida em duas partes, ejetado das profundezas da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e segunda, de material mais denso. Esse material não era exposto à luz do Sol há bilhões de anos.

Cientistas especulavam há anos sobre a explicação para as quantidades de hidrogênio detectadas nos polos lunares por missões anteriores. A descoberta de água pela Lcross ajuda a responder à pergunta. A água na Lua pode estar mais disseminada e existir em quantidade maior que a esperada, diz nota da Nasa.

Além disso, regiões lunares em sombra perpétua podem ter a chave da história e da evolução do Sistema Solar. E a água e outros compostos descobertos poderão ser recursos para astronautas em futuras missões.

Desde os impactos, a equipe cientistas da missão Lcross trabalha para analisar os dados que a nave recolheu. A equipe concentrou-se nos espectrômetros, que trazem as informações mais precisas sobre a presença de água.

“Estamos extasiados”, disse Anthony Colaprete, principal cientista da missão. “Diversas linhas de evidência mostram que a água estava presente tanto na pluma mais leve e na cortina de dejetos criada pelo impacto do Centauro. A concentração e distribuição da água e outras substâncias requerem mais análise, mas é seguro dizer que Cabeus contém água”.

Rochas de Marte podem ter fósseis de 4 bilhoes de anos dizem ciêntistas!

Pesquisadores americanos identificaram rochas que, acreditam, poderiam conter restos fossilizados de vida em Marte.

A equipe de pesquisadores identificou rochas antigas da Nili Fossae, uma das fossas existentes na superfície do planeta.

O trabalho dos pesquisadores revelou que essa vala em Marte é equivalente a uma região na Austrália onde algumas das mais antigas evidências de vida na Terra haviam sido enterradas e preservadas em forma mineral.

A equipe, coordenada por um cientista do Instituto para Busca de Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês), da Califórnia, acredita que os mesmos processos hidrotermais que preservaram as evidências de vida na Terra podem ter ocorrido em Marte na Nili Fossae.

As rochas têm até 4 bilhões de anos, o que significa que elas já existiam nos últimos três quartos da história de Marte.

Carbonatos

Quando, em 2008, cientistas descobriram carbonatos nessas rochas de Marte, provocaram grande alvoroço na comunidade científica, já que os carbonatos eram procurados havia tempos como prova definitiva de que o planeta vermelho era habitável e que poderia ter existido vida por lá.

Os carbonatos são produzidos pela decomposição de material orgânico enterrado, se esse material não é transformado em hidrocarbonetos.

O mineral é produzido pelos restos fossilizados de carapaças e ossos, e permite uma maneira de investigar a vida que existia nos primórdios da Terra.

Na nova pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Earth and Planetary Science Letters, os cientistas avançaram a partir da identificação dos carbonatos em Marte.

Missão da Nasa

O coordenador do estudo, Adrian Brown, usou um instrumento a bordo de uma missão da Nasa estudar as rochas da Nili Fossae com raios infravermelhos.

Eles depois usaram a mesma técnica para estudar rochas na área do noroeste da Austrália chamada Pilbara.

"Pilbara é uma parte da Terra que conseguiu se manter na superfície por uns 3,5 bilhões de anos, ou três quartos da história do planeta", disse Brown à BBC.

"Isso permite a nós termos uma pequena janela para observar o que estava acontecendo na Terra em seus estágios iniciais", explicou.

Os cientistas acreditam que micróbios formaram há bilhões de anos algumas das características distintivas das rochas de Pilbara.

O novo estudo revelou que as rochas da Nili Fossae são muito semelhantes às rochas de Pilbara em sua composição mineral.

Brown e seus colegas acreditam que isso mostra que os vestígios de vida que possa ter existido no início da história de Marte podem estar enterrados nesse local.

"Se havia vida suficiente para formar camadas, para produzir corais ou algum tipo de bolsões de micróbios, enterrados em Marte, a mesma dinâmica que ocorreu na Terra pode ter ocorrido ali", disse. Por isso, segundo ele, que os dois locais são tão parecidos.

Pouso

Brown e muitos outros cientistas esperavam que poderiam logo ter a oportunidade de estudar mais de perto as rochas de Nili Fossae.

O local havia sido marcado como um potencial local de pouso de uma nova missão para Marte, a ser lançada em 2011 pela Nasa.

Mas o local foi posteriormente considerado muito perigoso para um pouso e acabou removido da lista da Nasa em junho deste ano.

"O robô da Nasa acabará visitando outro local interessante quando pousar, mas esse local é o que deveríamos checar para descobrir se havia vida nos primórdios de Marte", lamenta Brown.

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